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Falta coco na feira de cinzas

Tido como um dos ingredientes indispensáveis para a elaboração dos pratos típicos do dia de Cinzas, festa rija em Santiago, o coco fresco ou seco está a ser um dos produtos mais procurados na feira à frente do Auditório Nacional, na Praia.

Como alternativa, há quem opte pela compra dos derivados do coco, apesar do preço elevado. Carla Cardoso conta que comprou leite de coco por 350 escudos, "isso na feira", porque nas lojas o preço é um pouco mais alto. Esse mesmo produto pode ser adquirido nos dias normais, dependendo da sua quantidade por embalagem, por 150 a 200 escudos.

Para além do coco, os praienses podem dirigir-se ao Largo do Auditório Nacional e ao Mercado do Platô para a compra de peixe seco, com preços que variam entre os 1000 e os 800 escudos o quilo, dependendo do gosto de cada um. Mas há também batata a 100 escudos o quilo, a cenoura 140, couve 80, mandioca 120, entre outros produtos, para não falar do mel.

De acordo com o chefe do departamento de planificação da SEPAMP (Serviço Público de Abastecimento do Município da Praia), Francisco Fernandes, esta feira de três dias tem tudo para ser "mais bem sucedida do que a primeira".

"Escolhemos dois pontos para realizar a feira, porque no ano passado o mercado do Platô mostrou-se insuficiente para acolher todas as vendedeiras e os compradores. Neste momento temos cerca de 60 pontos de venda disponível aqui no largo do Auditório e esperamos receber, até quarta-feira, cerca de 200 comerciantes", diz.

SB

 

  

 

 

 

 


 

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