Caderno Ciência nº17

A comunidade científica vem sendo abalada por casos de fraude e de plágio em artigos científicos publicados, como também em dissertações submetidas para a obtenção de grau académico.

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Caderno Ciência nº16

O acto de reflectir é muito
mais do que colocar a mão
no queixo e usar aqueles
óculos que nos dão uma pose
de intelectual. Uma reflexão aturada, e prévia à acção, tem como consequência resultados bem conseguidos, objectivos alcançados com, muitas vezes, menor desperdício de energia e de tempo. Se esta ponderação é crucial na investigação científica, não menos importante o é no exercício de qualquer outra profissão não académica ou mesmo no dia-a-dia.

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Caderno Ciência nº15

Estamos numa das épocas mais festivas do ano! A celebração da chegada de mais um ano e o balanço do ano que finda convidam a momentos de reflexão e de decisões. Com o ano de 2013 a assomar, o leitor é convidado a reviver o quotidiano do século passado, na pena do escritor António Aurélio Gonçalves. Como desafio, a construção de candeeiros “à moda antiga” na rubrica CIÊNCIA NO QUOTIDIANO.

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Caderno Ciência nº14

A ciência está na moda? Se, por um lado pode-se dizer que, aparentemente nos últimos tempos, ganhou maior visibilidade, por outro lado, a ciência, em conjunto com a tecnologia, tem contribuído desde sempre para o aumento do bem-estar e da qualidade de vida das pessoas.

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Caderno Ciência nº13

Nos dias de hoje, diz-se que o conhecimento está “à distância de um clique”, bastando, para isso, premir o botão do
rato na informação pretendida. Porém,
se por um lado é inegável as inúmeras vantagens que a internet trouxe para quem pode usufruir dela, navegar online pode ser contraproducente, principalmente se não se souber onde ir buscar a informação correcta. Nesta edição do CADERNO CIÊNCIA abordamos a questão das armadilhas do conhecimento online e deixamos algumas sugestões para se saber distinguir a boa da má informação disponibilizada na internet.

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Caderno Ciência nº12

Com frequência, os pais, os encarregados de educação, os adultos, de uma forma geral, sentem-se impotentes perante a sequência quase infinita de “mas porquê?” das crianças. Elas, alheias aos efeitos produzidos nos mais velhos com a sua pergunta insistente, procuram entender o meio circundante e testam os vários níveis de interacção com a natureza, com as pessoas. Depois, as crianças crescem e, muitas vezes, esse carácter naturalmente inquisitivo fica diluído, dando lugar a uma atitude menos interrogativa, menos crítica.

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