Temos 625 visitantes e nenhum membro online

Manuel Inocêncio é o candidato que vai continuar a ser útil ao País

Os cabo-verdianos têm razões de sobra para acreditarem que a motivação que levou Manuel Inocêncio Sousa a se candidatar às eleições presidenciais é tão somente continuar a ser útil a Cabo Verde.

Ao contrário do seu adversário, nesta segunda volta das presidenciais, o candidato apoiado pelo PAICV é aquele que já deu provas de que é capaz de, estando na Presidência da República, dar, mais uma vez, o seu contributo para o processo de afirmação e desenvolvimento do país, numa altura em que o mundo vive um período conturbado e que a estabilidade política e social é fundamental para que o país possa ultrapassar as dificuldades que aumentam a cada dia.

Os discursos a que temos vindo a escutar na campanha eleitoral para o pleito do próximo domingo também não deixam dúvidas de que Manuel Inocêncio é entre os dois candidatos aquele que garante uma “presidência de acção”, depois de ser eleito, uma vez que, ao contrário do adversário, já deixou claro que, além das funções institucionais do cargo, como a garantia do cumprimento da Constituição e a regulação e arbitragem do sistema político, ele vai ser um Presidente “muito envolvido” nas questões do desenvolvimento, de forma a garantir o sucesso da governação do país.
Ao contrário do seu adversário, nesta segunda volta das presidenciais, o candidato apoiado pelo PAICV é também aquele que dá garantias de que nunca será “uma força de bloqueio” à acção do Governo eleito em Fevereiro deste ano para governar Cabo Verde até 2016.

Mas Manuel Inocêncio é uma personalidade que não deixa dúvidas de que estará igualmente “muito atento” a qualquer “deslize”, quer do Executivo, quer do Parlamento, que possam pôr em causa os superiores interesses da Nação.

Pela sua experiência e acção enquanto governante deste país, este candidato está melhor preparado do que o seu adversário para, como Presidente da República, trabalhar para dar o seu contributo ao Governo de José Maria Neves para que Cabo Verde continue a progredir, se realize e consiga resolver os seus problemas fundamentais como a redução da pobreza, do desemprego e as desigualdades sociais que ainda persistem em Cabo Verde.

Do nosso ponto de vista a estabilidade em Cabo Verde passa pela eleição de um chefe de Estado como Manuel Inocêncio que, possa em sintonia perfeita com o Executivo, permitir que quem governa possa estar “concentrado e focalizado” na governação e “não esteja a desperdiçar energias nas pequenas e grandes crises”, situação que um presidente refém da oposição, como Jorge Carlos Fonseca, não garante à partida.

O facto do candidato ter sido ministro desde 2001 até Março último nos sucessivos governos de José Maria Neves, é outro factor que também irá ser muito útil a Manuel Inocêncio para, como Presidente da República, ajudar a resolver os problemas em qualquer canto do território nacional que ele conhece muito melhor do que o seu adversário, um homem que só agora que quer ser Presidente da República se preocupou em se deslocar a muitos sítios à cata de votos.

Pelo contrário, nós acreditamos que o trabalho meritório desenvolvido por Manuel Inocêncio, desde 2002 à frente do Ministério da Infra-estruturas lhe permitiu ganhar uma maior visibilidade política e popular e um profundo conhecimento da realidade do país, coisa que não acontece, nem de longe nem de parto, com o adversário Jorge Carlos Fonseca, um homem que praticamente só é conhecido nos centros urbanos.

Ao contrário do seu adversário, Manuel Inocêncio lançou as bases da candidatura às presidenciais só em 2010, uma vez que, enquanto um verdadeiro homem de Estado, coerente e responsável, preferiu concentrar-se nas tarefas governativas, em vez de se lançar abertamente numa campanha antecipada que podia pôr em causa as realizações que tiveram lugar em todos os pontos do arquipélago.

Ninguém pode negar que foi, graças à sua acção no Governo, que o país assistiu à construção de  portos, aeroportos, estradas e outras infra-estruturas importantes e que já têm um impacto enorme no processo do desenvolvimento e na melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Também é de se assinalar que Manuel Inocêncio, como homem sério e de palavra, preferiu não integrar as listas do PAICV nas legislativas realizadas a 06 De Fevereiro passado, uma vez que ele, desde sempre, não quis misturar os dois actos eleitorais que têm natureza diversa.

Outros factos a destacar, igualmente, é que Manuel Inocência sempre condicionou a sua participação nas presidenciais se contasse com o apoio do PAICV, o que veio acontecer de forma clara e transparente, na escolha feita pelo Conselho Nacional, o órgão partidário com competência para fazer essa escolha.

Para nós, a sua vitória nessa espécie de “primárias” do PAICV foi o corolário de ascensão que a sua candidatura conheceu depois de ele ter deixado o Governo para, agora sim, dedicar-se à sua candidatura presidencial.


Desde então, Manuel Inocêncio tem dado provas da sua grande capacidade mobilizadora, feita pacientemente e com argumentos suficientemente convincentes, o que, aliás, se traduziu no excelente resultado obtido no passado dia 7 de Agosto, frente a adversários que, aparentemente, estavam mais bem implantados no terreno.
Por isso, tenho para mim que este candidato vai sair vencedor no escrutínio do próximo domingo, o que não deixará de ser também uma grande vitória para Cabo Verde, uma vez que Manuel Inocêncio é realmente o homem com o perfil adequado para ser Presidente da República que o país precisa neste momento.

José P. Andrade


 

  • Anúncios & Comunicados

Capas dos Jornais A Nação